Bolsonaro ofende 1,5 bilhão de muçulmanos para agradar fundamentalistas e Netanyahu
Depois de visitar o Muro das Lamentações e Jerusalém nesta segunda, Jair Bolsonaro, desceu nos túneis que levam à porção subterrânea do complexo e esteve na sinagoga que fica cerca de vinte metros abaixo do que os judeus acreditam ser o local do Santo dos Santos no Templo construído por Salomão; lá, assinou um documento no qual defende-se a construção de um templo judaico em cima da Mesquita de Al-Aqsa, considerada o terceiro local mais sagrado para o Islã, depois de Meca e Medina; o gesto é uma agressão sem precedentes aos mais de 1,5 bilhão de muçulmanos de todo o mundo e um gesto com objetivo de satisfazer sua base fundamentalista e seu aliado, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu
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