quinta-feira, 2 de junho de 2011

RESISTÊNCIA

Meus amigos e amigas,

Depois do último final de semana de semana a preguiça pulou fora do meu corpo, nasceu um novo ser, que começou entender que o ser humano tem uma grande capacidade de mudar, tanto para defender uma posição que acredita, como mudar para o lado que não acredita, ví isto naqueles que juraram de pés juntos, daqueles que se diziam aliados e  por conveniência trairam duas vezes, primeiro trairam seus pares onde estavam e depois trairam seus novos aliados.

Mas, a vida continua, que coisa chata dizer que a vida continua, mas, continua mesmo, nem por isso vou esquecer as pessoas aliadas de sempre, ex-aliadas e aquelas talvez mais confiáveis do que aquelas que foram aliadas, os verdadeiros adversários, que claramente colocaram suas posições e honraram suas palavras perante seu coletivo.

Recebí ontem esta mensagem, onde um amigo, um aliado, tenho certeza de ontem, hoje e amanhã, que também, tenho certeza que não é mais o mesmo depois do último final de semana, quando nas suas meditações em meios a vinda de sua casa ao local de trabalho, escreveu o seguinte:

“Resistência”


Poema dedicado ao diretor PC do Sinpol/DF

Um dia a gente pifa de vez,
E muitos choram.
Embora saibam que este é o nosso destino,
Curso natural da história,
Mas, muitos não admitem, por isso não conformam.

Um dia a gente pira de vez,
E manda tudo para o inferno,
Tira o que te trava a garganta, desabafa,
E vai viver sua liberdade em paz.

Um dia a gente não agüenta mais,
Faz o sinal da cruz, se benze todo e vai...
E vai a luta, parte pra briga,
Recuar já não adianta e o estrago tá feito.

Também tem um dia que nada dar certo,
Que o belo fica feio,
O torto sai reto,
Que de tanta agonia você roga prece ao satanás,
E é Deus quem aparece.

Mas, tem um dia que a gente pifa,
Pira de vez e não agüenta mais.
Sabe que sofrer simplesmente não adianta,
Então ou você se renova ou é o jeito,
E deixa tudo pra trás.

Tem dia que a gente tem uma agonia no peito,
Dessas que não tem jeito,
E enfrenta os velhos fantasmas
Escondidos no armário,
Na escuridão do quarto e no bicho-papão da infância,
E aprende que estes medos de antes,
Já não te fazem medo e nem te espantam mais.

Então chega o dia que a gente cria coragem,
Levanta a voz e reage,
Retira forças que não sabe de onde e vai a luta,
Sabe que não pode mais esperar, tem que reagir,
Mudar de atitude é necessário,
Pois, só resta a você, ter consciência que é capaz,
Transformar o mundo
Será simplesmente conseqüência.

Um dia a gente,
Toma consciência que é gente,
E no alto de nossa insignificância,
E sem motivo algum,
Ou por todos que possam existir,
Começamos a mudar e é apenas o começo,
Da transformação.

Se de uma hora pra outra,
O mesmo mundo de sempre,
Descortina em nossa frente
De forma diferente,
Mas temos a consciência
Que nada mudou,
Que tudo continua como antes,
Então, tenha certeza
Quem mudou foi a gente.
E que de agora em diante,
Nada mais pode nos deter...

Autor: Divinato da consolação Ferreira











 





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