terça-feira, 10 de novembro de 2015

666 KM DE LAMA E MORTE

Importante saber.
Lúcio Tamino
O desastre socioambiental causado pela mineradora Samarco (Vale do Rio Doce e BHP Billiton) com o rompimento de suas barragens de rejeitos no município de Mariana, em Minas Gerais, é um dos maiores na história do país. A área afetada ultrapassa os 600 Km, chegando inclusive no Oceano Atlântico.
A lama é resultado de décadas de exploração mineradora da região, e além do poder destrutivo da avalanche e inundações de lama, há controvérsias sobre o nível de toxicidade desse material. A empresa, para ganhar tempo, afirma que a lama não é toxica, mas há inúmeras suspeitas e indícios de que há sim uma grande quantidade de metais pesados altamente tóxicos no material, que contaminariam toda essa enorme extensão atingida pela lama, contaminando o solo e inúmeras bacias hidrográficas, contaminando a população.
Centenas de pessoas estão desabrigadas e ao redor de 30 pessoas morreram por conta do desastre, incluindo idosos e crianças, sendo que a grande maioria segue desaparecida. Não havia nenhum sistema de alarme para evacuação da população caso um acidente ocorresse. Já os números de mortes de animais e da natureza que foi destruída é incalculável. Incontáveis animais domesticados como cachorros, gatos, galinhas, patos, cavalos, etc, morreram. As matas da região foram atingidas, matando assim grande parte da fauna e flora dessas áreas. O ecossistema aquático foi com certeza o mais afetado, causando a morte de milhões de peixes e de toda a vida das bacias hidrográficas atingidas, sendo por asfixia ou contaminação. A imagem da tartaruga morta é do Parque Estadual do Rio Doce, a maior área de Mata Atlântica de Minas Gerais e terceira maior área alagada do Brasil (depois da Amazônia e Pantanal), localizado a mais de 150 Km das barragens, o que demonstra o poder destrutivo e mortal do material liberado.
O ferro extraído dessas minas é transportado por minerodutos para os portos no litoral, utilizando uma quantidade absurda de água, ao mesmo tempo em que a população sofre com a falta d'água e é obrigada a economizar. O minério segue então para o exterior, o que deixa claro que o saque das riquezas naturais do Brasil continua a todo vapor, com pouco ou nenhum retorno para o país, e o meio ambiente não é sequer considerado como sujeito de direito. Tudo isso para beneficiar uns poucos, os acionistas das empresas em questão, que lavam as mãos e seguem anônimos, comprando e vendendo as ações das empresas conforme convém, sem consideração nenhuma com a ética, mas sim com o simples e frio lucro. Não há compensação possível para esse ecocídio, dinheiro nenhum vale as vidas de tantos seres vivos e da saúde da própria terra.
Segue o arquivo do Google Earth contendo a rota da lama e também com todas as barragens de rejeito do Brasil (https://dl.dropboxusercontent.com/u/70…/desastre_samarco.kmz). A informação é uma de nossas maiores armas nesse momento. É imperativo refletirmos sobre esse modelo explorador e ganancioso que é imposto sobre as populações. Que esse desastre seja a gota d'água para sairmos desse mar de lama e pararmos essa máquina de destruição e morte.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Flávio Dino: Avanços do Plano Mais IDH - Portal Vermelho

Flávio Dino: Avanços do Plano Mais IDH - Portal Vermelho

SEM DESMILITARIZAR, IMPOSSÍVEL A IMPLANTAÇÃO DO CICLO COMPLETO DE POLÍCIA

Antes de discutir o ciclo completo, é preciso desmilitarizar a polícia

19 de outubro de 2015
O interrogatório é muito fácil de fazer;
Pega o favelado e dá porrada até doer.
O interrogatório é muito fácil de acabar;
Pega o bandido e dá porrada até matar. [1]
Não foi por acaso que a Constituição da República conferiu os poderes de prevenção (policiamento e patrulhamento ostensivo) à Polícia Militar, à Polícia Rodoviária Federal e à Guarda Municipal (artigo 144, parágrafos 12º, 5º e 8º da CF), de um lado, e de repressão (investigação criminal) à Polícia Civil e à Polícia Federal (artigo 144, parágrafos 12º e 5º da CF), de outra banda. Cuida-se de conquista histórica, que objetiva evitar a hipertrofia de quaisquer das instituições policiais, servindo como contenção ao arbítrio estatal.
A outorga da atribuição de investigar crimes comuns à Polícia Judiciária não assusta, porquanto o delegado de Polícia é o único policial que faz parte de uma carreira jurídica, como confirmado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal [2] e pelo legislador no artigo 2º da Lei 12.830/13. Já quanto aos oficiais da Polícia Militar, ainda que tenham formação de grau superior, o STF já deixou claro que suas atribuições não são “sequer assemelhadas às da carreira jurídica” [3]. O Superior Tribunal de Justiça, de igual forma, sentenciou que a atividade do miliciano “não caracteriza atividade relacionada a carreiras jurídicas” [4]. A mesma conclusão atinge os policiais rodoviários federais e os guardas municipais, pois onde há a mesma razão, aplica-se o mesmo direito.
Não por outra razão a doutrina sublinha que todo policial militar, do mais moderno soldado ao mais veterano coronel, é considerado um agente da Autoridade Policial. De igual maneira ocorre com o patrulheiro e o guarda municipal [5]. Constatação essa que não importa em qualquer demérito para a importante função desempenhada pelos policiais fardados, mas apenas esclarece qual a missão de cada um na persecução penal, colocando cada personagem em seu respectivo lugar [6].
Por isso mesmo, o Supremo Tribunal Federal tem assentado a incompatibilidade da Polícia Fardada com a tarefa investigativa, que deve ser presidida pelo delegado de Polícia [7].
Vistas essas premissas jurídicas, não se nega que o sistema de Segurança Pública brasileiro, tão combalido pela falta de investimentos, pode ser aperfeiçoado a fim de que consiga maior eficácia na prevenção e repressão à criminalidade. Tanto que há diversas proposições legislativas que almejam esse desiderato.
Nesse campo de ideias, o sucateamento do aparato investigativo estatal é campo fértil para o surgimento de concepções polêmicas e mirabolantes, escoradas num legislador cada vez mais ávido em satisfazer a opinião pública com um Direito de emergência. Algumas propostas, por iniciativa e apoio de parlamentares oriundos da caserna, ignoram a pluralidade de mecanismos de controle social [8] e reduzem o problema da criminalidade à Polícia, mais especificamente à investigação criminal. Com essa visão distorcida, propõe-se que policiais fardados possam investigar civis, como se essa aberração representasse o remédio para todos os males. Com a lente enviesada, enxergam num problema a solução.
É nesse contexto que surge a discussão acerca do famigerado ciclo completo de polícia. Trata-se de modelo no qual as tarefas de prevenção de delitos e investigação criminal se reúnem na mesma Polícia. Isto é, a própria instituição policial responsável pela captura do sujeito em flagrante delito poderia formalizar o termo circunstanciado, auto de prisão ou apreensão em flagrante e toda a investigação ulterior, realizando o controle de legalidade da ação policial e coibindo eventuais abusos.
Nota-se que o ciclo completo de polícia não é inaceitável por si só. O que é inconcebível é a militarização desse arquétipo, criando uma Polícia Militar com superpoderes, a exemplo do que se pretende com a Proposta de Emenda à Constituição 431/2009.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Entenda o novo cálculo da aposentadoria


Entenda o novo cálculo da aposentadoria aprovado por Dilma, nesta quinta-feira(05)

Publicado por Notícias Nacionais - 1 dia atrás
49
Entenda o novo clculo da aposentadoria aprovado por Dilma nesta quinta-feira05
Com a nova regra, o trabalhador que deseja receber os 100% do benefício da aposentadoria precisa estar de acordo com a fórmula “85/95”. Ou seja, a soma da idade do beneficiário mais o tempo de contribuição precisam ser de 95 pontos para os homens e 85 pontos para as mulheres.
Devido ao aumento da expectativa de vida dos brasileiros, o segurados estão recebendo os pagamentos por mais tempo, aumentando com isso, as despesas da folha de pagamento do INSS. A solução encontrada pelo governo foi de aumentar gradativamente a pontuação. De acordo com a nova regra, para ter direito a aposentadoria, o segurado precisará somar mais pontos a cada ano, o teto máximo de pontuação acontecerá em 2027 quando estes pontos chegarem a 100.
O aumento gradativo dos pontos acontecerá sempre em dezembro a partir de 2019 até alcançar o teto estimado da pontuação considerada ideal.
Este novo método substitui o Fator Previdenciário, fórmula utilizada desde 1999 que baseia-se na idade do trabalhador, tempo de contribuição social e expectativa de vida da população, esses números e informações eram multiplicados por 0,31.
Entenda o novo clculo da aposentadoria aprovado por Dilma nesta quinta-feira05

TSE indica Maria Thereza como relatora da ação contra mandato de Dilma

CCJ realiza seminário sobre ciclo completo de polícia

06/11/2015 - 10h21

CCJ realiza seminário sobre ciclo completo de polícia na próxima segunda-feira

Pela proposta, todas as corporações poderão executar as atribuições de prevenção, patrulhamento e investigação – inclusive oferecendo provas ao Ministério Público. Atualmente, as atividades de investigação estão restritas às polícias Civil e Federal
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados promove, na próxima segunda-feira (9), um seminário para discutir o chamado ciclo completo de polícia. A medida está prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 431/14, do deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), que inclui entre as atribuições de todas as polícias brasileiras a investigação e a oferta de provas ao Ministério Público para efetivar uma denúncia. Atualmente, essas atividades estão restritas às polícias Civil e Federal.
Durante o evento, também deverá ser discutida a PEC 430/09, que institui uma nova organização policial estadual e extingue as atuais polícias militares. A proposta, do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), atribui à União legislar sobre essa nova estrutura, mas mantém corporação estadual subordinada aos governadores.
Convidados
Foram convidados para discutir o tema no seminário representantes:
- da Ordem dos Advogados do Brasil;
- da Anistia Internacional;
- do Centro de Estudos da Criminalidade e Segurança Pública da Universidade Federal de Minas Gerais;
- do Núcleo de Estudos da Violência da Fundação João Pinheiro, de Minas Gerais;
- do Centro de Estudos e Pesquisas em Segurança Pública da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais;
- do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo;
- do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Criminalidade, Violência e Política Pública de Segurança da Universidade Federal de Pernambuco;
- do Centro de Cultura Luiz Freire, de Pernambuco;
- do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro;
- do Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul;
- do Movimento Nacional de Direitos Humanos;
- do Fórum Brasileiro de Segurança Pública;
- da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil;
- do Coletivo de Entidades Negras;
- do Observatório de Favelas;
- da ONG Viva Rio;
- do Movimento Sou da Paz; e
- da Rede Desarma Brasil.
O seminário será realizado a partir das 13 horas, no auditório Nereu Ramos.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Da Redação - MB

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

CARREIRA ÚNICA E REFORMA DAS POLÍCIAS

QUINTA-FEIRA, 29 DE OUTUBRO DE 2015


Ricardo Balestreri e sua opinião sobre Carreira Única e reforma das polícias

Por:Ricardo Balestreri 
O QUE PENSO SOBRE A REFORMA DAS POLÍCIAS

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PEC 431/2014 - CICLO COMPLETO DE POLÍCIA

UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS
OfiUNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS
PEC 431: Unificação e ciclo completo de polícia põem em confronto PMs, PC e Federal
PEC 431 estende autoridade para lavrar TCO aos policiais militares. Delegados são contrários e apontam inconstitucionalidade na proposta
POR AYRTON MACIEL-NE10/FOTO: GIOVANNI COSTA/ALEPE - 28/10/2015 - 16:17:28
http://www.edsonsombra.com.br/admin/post/imagens/4dd7d106ced81319ef1ce5bd3504a418.jpeg
Oficiais das PMs de PE, PB e AL e delegados da Polícia Civil divergem em relação à PEC 431. Proposta estende aos militares autoridade para lavrar TCOs. Civis protestam. ...

Em auditório radicalizado entre as posições dos delegados de polícia e as dos oficiais das Polícias Militares do País, no 9º seminário sobre unificação das polícias, desmilitarização das PMs e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 431) que autoriza a realização do ciclo completo de polícia por todas as instituições da área da segurança pública, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados concluiu, nesta segunda-feira (26), no Centro de Convenções, que será difícil aprovar a proposta por consenso.

Com troca de insultos como “tortura existe nas delegacias de polícia” e “ninguém quer ir depor em um quartel”, delegados e agentes das polícia civil e federal – apoiados pela OAB-PE – e oficiais e praças das PMs, aliados ao Ministério Público Federal (MPF), aprofundaram divergências e tiveram de ser contidos pelo relator da PEC 431, deputado Raul Jungmann (PPS), que teve de paralisar a sessão para acalmar os ânimos. “Sem consensos entre polícias, não haverá consenso no Congresso”, alertou Jungmann para o risco da 431 ficar engavetada.

A PEC 431, do deputado Subtenente Gonzaga (PDT/MG), acrescenta à Constituição que, além das competências específicas, todas as polícias poderão realizar o ciclo completo de polícia (ação ostensiva e preventiva, investigação e competência judiciária e de inteligência). A proposta do deputado mineiro inclui até as guardas municipais com competência para açação de polícia em crimes de menor poder ofensivo. O presidente da OAB, Pedro Henrique Reynaldo, ratificou a acusação de "inconstitucionalidade" da PEC 431 ao extender a competência de fazer TCO às PMs, enquanto o procurador do MPF da 4ª Região, José Robalinho, definiu como "constitucional" a implantação do ciclo completo de polícia. 

"A PEC 431 prevê o ciclo completo para todas as polícias sem mexer nas competências exclusivas de cada uma. Aquela que fizer o flagrante fica responsável por fechar o pacote: levar o procedimento até à Justuça. No município onde houver uma só polícia, ela passa a investigar também. Isso vai reduzir a parte cartoral da Polícia Civil. As guardas (municipais) têm estatuto desde 2013, estão consolidadas, podem fechar flagrante de crimes de menor poder ofensivo", esclarece os objetivos da PEC 431 o deputado Subtenente Gonzaga. O oficial militar defendeu, também, a desmilitarização das PMs: "Isso vai tira esse lado ruim que carregamos, que é o militarismo". 

O debate sobre a unificação das polícias e a realização do ciclo completo de polícia ocorre, no Congresso Nacional, através de seis PECs, três tratando do ciclo completo com polícia única e três do ciclo completo com cada polícia existindo independentemente. A PEC 431 é um apense (incorpora) às demais. 

“Para unificar, tem que desmilitarizar as PMs. Quem defende ciclo completo quer prender, denunciar e condenar. Somos contra o ciclo completo de polícia. É uma superposição de tarefas. Um cidadão preso (pela PM) seria levado a um quartel e não a uma delegacia. Quartel não é local para interrogar, nem cabe a militar interrogar civil”, rejeitou o dirigente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Alan Cordeiro, sob vaia dos PMs.

“Vou resumir minha fala a 8 minutos, que é o tempo que a PM de Santa Catarina (que já faz o ciclo completo) leva para fazer um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Aqui, vocês levam 4 horas”, provocou sob vai dos civis o coronel da PMSC e presidente da Federação Nacional das Entidades de Oficiais Militares Estaduais, Marlon Jorge Teza. O ficial afirmou que as PMs "melhoraram" e stão hoje prepardas para lavrar TCOs em tempo muito mais rápido que nas delegacias de polícia. "Não faz sentido a PM prender e mandar para outra cuidar do caso. A PMSC, hoje, detém, faz a intimação (para ir a juiz) e requisita perícial em tempo médio de 15 minutos. Quem ganho foi a sociedade", argumento Teza. 

Integrantes da Frente Parlamentar da Segurança Pública da Assembleia de Pernambuco, os deputados Antônio Moraes (PSDB, delegado) e Joel da Harpa (PROS, policial da PMPE) apresentaram também posições antagônicas em relação à PEC 431, cada qual em defesa das suas corporações. "É imporrante saber se os policiais militares que estão nas ruas querem fazer o ciclo completo de polícia. Lamento se falar aqui em tortura. Isso tem em todas as instituições. Abordar isso não contribui para o debate sobre segurança pública, num momento muito difícil, em que estamos sendo vencidos pela violência", protestou Moraes. 

Em nome de todas as PMs do País, o coronel Franklin (PMPE) defendeu a competência para os policiais militares levarem TCOs e realizar o ciclo completo de polícia, mas gerou a irritação dos delegados e agentes de Polícia Civil por apontar "falhas" e criticar a atuação da corporação aque tem atribuição de Polícia Judiciária. "Antes de criticar o despreparo dos militares (para fazer o ciclo completo) é preciso falar do déficit de condições de trabalho nas delegacias. Nenhum quartel de PM foi apontado como local de tortura", disparou o coronel Franklin, numa ndireta aos delegados de polícia.

Em resposta, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe), Francisco Rodrigues, dirigiu-se aos praças das PMs saudando-os como "policiais que ainda são submetido ao regime de dureza dos quartéis" e atribuiu as dificuldades da segurança pública, no País, à falta de investimento público por parte dos governantes. "Há 50 anos os governos não investem nas duas polícias. Nós (policiais civis) somos competentes, nós não somos é valorizados. Aqui (no Estado), tem delegacia que preenche inquérito ainda no papel, o IML é um lixo, há delegacias que são um lixo. Ao querer fazer TCO, as PMs dão impressão de que não se orgulham do trabalho que fazem. No fim, a questão pe de falta de valorização das polícias", rebateu Rodrigues.

 Em nome da Polícia Rodoviária Federal, o policial e deputado estadual Eduíno Brito (PHS) defendeu a PEC do ciclo completo de polícia, assegurou que os policiais militares têm preparo para lavrar TCOs e pôs em dúvida a capacidade da Polícia Civil de responder às demandas da população. "Será que os TCOs não estão sendo subutilizados pelos delegados de polícia?", questionou.

O rebatimento veio de imediato pela representante dos delegados de polícia, Sílvia Renata Araújo, que indagou sobre a real intenção da PEC 431. "A proposta na PEC (431) das PMs dá impressão de que a solução para a segurança pública é simples. A questão é múltipla. Na verdade, essa proposta parece mais um projeto de poder das PMs. O que querem? Que o poder público volte a nomear delegados de polícia? Nós queremos é investimento em tecnologia para podermos investigar", contestou a dirigente da Associação Nacional de Delegados de Polícia Civil, Sílvia Renata.

"O ciclo completo de polícia vai ajudar na elucidação dos crimes. Quem ganha é sociedade", defendeu a PEC o dirigente da Federação Nacional dos Agentes da Polícia Federal, Alexandre Cavalcanti Ferreira, indo de encontro à posição dos delegados federais.

"Não estou vendo aqui as universidades, as entidades sociais, as bases das PMs e da Polícia Civil. Este é um debate de cúpulas. Há 60 mil homicídios por ano no País e fica-se discutindo vaidades. Será que os praças das PMs querem fazer TCOs? O que eles querem é a desmilitarização, que vai permitir que lutem por melhores salários", contestou cinclo completo de polícia para as PMs o presidnte do Sindicato dos Policias de Pernambuco (Simpol), Áureo Cisneiros.

O relato da PEC 431, deputado Raul Jungmann, informou que "não tem uma posição formada" sobre a polêmica aberta entre as polícias militares e civis. Repetiu que é "necessário buscar consensos, que sejam transferidos à sociedade que os repassará ao Congresso" para que a PEC seja aprovada. O deputado reconheceu que o entendimento está "muito difícil", mas ponderou que a PEC só irá à votação na CCJ em 2016.

"O consenso é muito difícil, mas está claro que não dá mais para adiar as reformas das políticas públicas em segurança pública. O atual modelo está vencido. É preciso que a Presidência da República e os governos estaduais não fujam desse debate. Temos hoje um quadro (de violência) que ameaça a democracia, estimula a cultura do medo e a subcultura da vingança. É a negação do Estado de Direito. A questão passa pela desmilitarização, o ciclo completo e a aplicação de recursos em segurança pública", antecipou a tendência de posição Jungmann.
 ciais das PMs de PE, PB e AL e delegados da Polícia
 Civil divergem em relação à PEC 431. Proposta 
estende aos militares autoridade para lavrar TCOs. 
Civis protestam. ...

Em auditório radicalizado entre as posições dos 
delegados de polícia e as dos oficiais das Polícias 
Militares do País, no 9º seminário sobre unificação
 das polícias, desmilitarização das PMs e a 
Proposta de Emenda Constitucional (PEC 431) 
que autoriza a realização do ciclo completo 
de polícia por todas as instituições da área da 
segurança pública, a Comissão de Constituição e 
Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados concluiu,
nesta segunda-feira (26), no Centro de 
Convenções, que será difícil aprovar a proposta 
por consenso.

Com troca de insultos como “tortura existe nas 
delegacias de polícia” e “ninguém quer ir depor
em um quartel”, delegados e agentes das polícia
civil e federal – apoiados pela OAB-PE – e 
oficiais e praças das PMs, aliados ao Ministério
Público Federal (MPF), aprofundaram divergências
e tiveram de ser contidos pelo relator da PEC 431,
deputado Raul Jungmann (PPS), que teve de 
paralisar a sessão para acalmar os ânimos. “Sem
consensos entre polícias, não haverá consenso 
no Congresso”, alertou Jungmann para o risco 
da 431 ficar engavetada.

A PEC 431, do deputado Subtenente Gonzaga
(PDT/MG), acrescenta à Constituição que, 
além das competências específicas, todas as 
polícias poderão realizar o ciclo completo de 
polícia (ação ostensiva e preventiva, 
investigação e competência judiciária e de 
inteligência). A proposta do deputado mineiro
 inclui até as guardas municipais com 
competência para açação de polícia em 
crimes de menor poder ofensivo. O 
presidente da OAB, Pedro Henrique Reynaldo, 
ratificou a acusação de "inconstitucionalidade" 
da PEC 431 ao extender a competência de fazer 
TCO às PMs, enquanto o procurador do 
MPF da 4ª Região, José Robalinho, definiu 
como "constitucional" a implantação do ciclo
completo de polícia. 

"A PEC 431 prevê o ciclo completo para todas as polícias sem mexer nas competências exclusivas de cada uma. Aquela que fizer o flagrante fica responsável por fechar o pacote: levar o procedimento até à Justuça. No município onde houver uma só polícia, ela passa a investigar também. Isso vai reduzir a parte cartoral da Polícia Civil. As guardas (municipais) têm estatuto desde 2013, estão consolidadas, podem fechar flagrante de crimes de menor poder ofensivo", esclarece os objetivos da PEC 431 o deputado Subtenente Gonzaga. O oficial militar defendeu, também, a desmilitarização das PMs: "Isso vai tira esse lado ruim que carregamos, que é o militarismo". 

O debate sobre a unificação das polícias e a realização do ciclo completo de polícia ocorre, no Congresso Nacional, através de seis PECs, três tratando do ciclo completo com polícia única e três do ciclo completo com cada polícia existindo independentemente. A PEC 431 é um apense (incorpora) às demais. 

“Para unificar, tem que desmilitarizar as PMs. Quem defende ciclo completo quer prender, denunciar e condenar. Somos contra o ciclo completo de polícia. É uma superposição de tarefas. Um cidadão preso (pela PM) seria levado a um quartel e não a uma delegacia. Quartel não é local para interrogar, nem cabe a militar interrogar civil”, rejeitou o dirigente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Alan Cordeiro, sob vaia dos PMs.

“Vou resumir minha fala a 8 minutos, que é o tempo que a PM de Santa Catarina (que já faz o ciclo completo) leva para fazer um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Aqui, vocês levam 4 horas”, provocou sob vai dos civis o coronel da PMSC e presidente da Federação Nacional das Entidades de Oficiais Militares Estaduais, Marlon Jorge Teza. O ficial afirmou que as PMs "melhoraram" e stão hoje prepardas para lavrar TCOs em tempo muito mais rápido que nas delegacias de polícia. "Não faz sentido a PM prender e mandar para outra cuidar do caso. A PMSC, hoje, detém, faz a intimação (para ir a juiz) e requisita perícial em tempo médio de 15 minutos. Quem ganho foi a sociedade", argumento Teza. 

Integrantes da Frente Parlamentar da Segurança Pública da Assembleia de Pernambuco, os deputados Antônio Moraes (PSDB, delegado) e Joel da Harpa (PROS, policial da PMPE) apresentaram também posições antagônicas em relação à PEC 431, cada qual em defesa das suas corporações. "É imporrante saber se os policiais militares que estão nas ruas querem fazer o ciclo completo de polícia. Lamento se falar aqui em tortura. Isso tem em todas as instituições. Abordar isso não contribui para o debate sobre segurança pública, num momento muito difícil, em que estamos sendo vencidos pela violência", protestou Moraes. 

Em nome de todas as PMs do País, o coronel Franklin (PMPE) defendeu a competência para os policiais militares levarem TCOs e realizar o ciclo completo de polícia, mas gerou a irritação dos delegados e agentes de Polícia Civil por apontar "falhas" e criticar a atuação da corporação aque tem atribuição de Polícia Judiciária. "Antes de criticar o despreparo dos militares (para fazer o ciclo completo) é preciso falar do déficit de condições de trabalho nas delegacias. Nenhum quartel de PM foi apontado como local de tortura", disparou o coronel Franklin, numa ndireta aos delegados de polícia.

Em resposta, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe), Francisco Rodrigues, dirigiu-se aos praças das PMs saudando-os como "policiais que ainda são submetido ao regime de dureza dos quartéis" e atribuiu as dificuldades da segurança pública, no País, à falta de investimento público por parte dos governantes. "Há 50 anos os governos não investem nas duas polícias. Nós (policiais civis) somos competentes, nós não somos é valorizados. Aqui (no Estado), tem delegacia que preenche inquérito ainda no papel, o IML é um lixo, há delegacias que são um lixo. Ao querer fazer TCO, as PMs dão impressão de que não se orgulham do trabalho que fazem. No fim, a questão pe de falta de valorização das polícias", rebateu Rodrigues.

 Em nome da Polícia Rodoviária Federal, o policial e deputado estadual Eduíno Brito (PHS) defendeu a PEC do ciclo completo de polícia, assegurou que os policiais militares têm preparo para lavrar TCOs e pôs em dúvida a capacidade da Polícia Civil de responder às demandas da população. "Será que os TCOs não estão sendo subutilizados pelos delegados de polícia?", questionou.

O rebatimento veio de imediato pela representante dos delegados de polícia, Sílvia Renata Araújo, que indagou sobre a real intenção da PEC 431. "A proposta na PEC (431) das PMs dá impressão de que a solução para a segurança pública é simples. A questão é múltipla. Na verdade, essa proposta parece mais um projeto de poder das PMs. O que querem? Que o poder público volte a nomear delegados de polícia? Nós queremos é investimento em tecnologia para podermos investigar", contestou a dirigente da Associação Nacional de Delegados de Polícia Civil, Sílvia Renata.

"O ciclo completo de polícia vai ajudar na elucidação dos crimes. Quem ganha é sociedade", defendeu a PEC o dirigente da Federação Nacional dos Agentes da Polícia Federal, Alexandre Cavalcanti Ferreira, indo de encontro à posição dos delegados federais.

"Não estou vendo aqui as universidades, as entidades sociais, as bases das PMs e da Polícia Civil. Este é um debate de cúpulas. Há 60 mil homicídios por ano no País e fica-se discutindo vaidades. Será que os praças das PMs querem fazer TCOs? O que eles querem é a desmilitarização, que vai permitir que lutem por melhores salários", contestou cinclo completo de polícia para as PMs o presidnte do Sindicato dos Policias de Pernambuco (Simpol), Áureo Cisneiros.

O relato da PEC 431, deputado Raul Jungmann, informou que "não tem uma posição formada" sobre a polêmica aberta entre as polícias militares e civis. Repetiu que é "necessário buscar consensos, que sejam transferidos à sociedade que os repassará ao Congresso" para que a PEC seja aprovada. O deputado reconheceu que o entendimento está "muito difícil", mas ponderou que a PEC só irá à votação na CCJ em 2016.

"O consenso é muito difícil, mas está claro que não dá mais para adiar as reformas das políticas públicas em segurança pública. O atual modelo está vencido. É preciso que a Presidência da República e os governos estaduais não fujam desse debate. Temos hoje um quadro (de violência) que ameaça a democracia, estimula a cultura do medo e a subcultura da vingança. É a negação do Estado de Direito. A questão passa pela desmilitarização, o ciclo completo e a aplicação de recursos em segurança pública", antecipou a tendência de posição Jungman

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Mãos do preconceito e ódio alcançam filhos de Lula

Mãos do preconceito e ódio alcançam filhos de Lula', critica PT-SP


No dia seguinte a operação de busca e apreensão ao escritório da empresa de Luis Cláudio Lula da Silva, o PT de São Paulo saiu em defesa nesta terça-feira (27) do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que as "longas mãos do preconceito e do ódio" alcançam atualmente os filhos do petista.
Em nota, o presidente estadual do PT em São Paulo, Emídio de Souza, afirmou que a "caçada" ao petista começou antes da criação do PT, em 1980, e que voltou com "força descomunal nesse tempo de império do ódio".
Nesta terça-feira (27), a Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Zelotes, que investiga um esquema de pagamento de propina a integrantes do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), e realizou busca e apreensão na LFT Marketing Esportivo, empresa do filho do petista.
Em conversas com aliados, o ex-presidente reagiu com indignação à operação da Polícia Federal e responsabilizou a presidente Dilma Rousseff pela iniciativa.
"A caçada a Lula vem de antes do PT, prosseguiu quando criou o partido, aumentou quando resolveu disputar o poder, amainou-se durante os anos da presidência e voltou com força descomunal nesse tempo de império do ódio. As longas mãos do preconceito e do ódio contra Lula alcançam hoje todos os seus filhos e herdeiros. Seus filhos e herdeiros de sangue e seus filhos e herdeiros de sonhos e de projetos", disse o presidente estadual do partido.
Na mensagem, Emídio de Souza parabeniza o ex-presidente pelo aniversário de 70 anos, comemorado nesta terça-feira (27), e afirma que nunca um brasileiro foi "tão longe, tão perseguido, tão amado e tão incompreendido", como o petista.
Ele enumera ainda o que avalia como conquistas da administração do ex-presidente, como o combate à desigualdade social e a afirmação do Brasil no cenário internacional.
"Desejo que Lula tenha vida longa e muita saúde para continuar inspirando novas gerações de brasileiros a se desgarrarem do preconceito e construir um Brasil de braços largos e alma pura para abraçar todos os seus filhos", concluiu. 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Lula's son suffers frame equal to that suffered by the former president in 2007 brother

Lula's son suffers frame equal to that suffered by the former president in 2007 brotherPosted by eduguim on 10/26/15 • Categorized the Report

On June 4, 2007, the Federal Police carried out a blatant search and seizure in Genival Inacio da Silva's house, the Vava, older brother of the then president, Luiz Inacio Lula da Silva. He had been indicted for influence peddling in the business and prestige exploration Brother in judiciary.

The action was part of Operation Checkmate, which held that day, 77 people accused of belonging to the mafia of slots and a corruption scheme of military and civilian police.
15 days later, on 19 June 2007, the prosecutor desindiciou - so to speak - the brother of the former president for lack of elements that bind to the case.
At the time, the journalist Elio Gaspari had published in his column in the newspaper Folha de S. Paulo and O Globo that "lynching" that the media was promoting against Lula's brother did not hold on facts, only on flimsy evidence and had intended to actually harm President Lula.
Check below to Gaspari column of June 17, 2007.

Remember, the justice minister at the time, was Tarso Genro, former governor of Rio Grande do Sul. As José Eduardo Cardozo today Genro and all other Ministers of Justice of the Lula and Dilma never hindered or tried to prevent any investigation even reached important figures in the PT.

Three and a little later, more precisely in the election year 2010, the Folha de São Paulo published an article that proves that Vava was the victim of a scam that was aimed at his brother.

On Monday (26), Brazil saw the frame equal to that Lula tried to hit through his brother eight years ago. The Federal Police unleashed another phase of Operation Zealots and made search and seizure in the company LFT Sports Marketing, which belongs to Claudio Luis Lula da Silva, son of former President Lula.

Earlier this month, the newspaper O Estado de São Paulo published an article that stated that one of the Luiz Cláudio companies, LFT Sports Marketing, received payments Mauro Marcondes, one of the lobbyists investigated for negotiating the issue and approval of the MP 471 during the Lula government.
The standard extended tax incentives for the automotive industry.
Luiz Cláudio, who also owns the Touchdown company, confirmed the receipt of R $ 2.4 million. Lula's son, however, maintained that the figures are for projects developed for Mauro Marcondes company, Marcondes and Mautoni Enterprises, in its "operating area," the sport.
But not only. Luiz Claudio tried to explain to Estadão that the indictment against him did not hold for various reasons detailed, but the newspaper refused to disclose it.
Faced with the strangest non Journal posture want to disclose this information, Luiz Cláudio is suing "civil and criminal" 'O Estado de S. Paulo'. "This matter is more an irresponsible attempt to criminalize the PT, Lula and persons linked to the former president," he criticized the federal deputy Paulo Pimenta (PT-RS).
In the text, the newspaper said the Marcondes & Mautoni Ventures would have paid the LFT Sports Marketing, Luis Claudio, for Lula to publish the provisional measure 471, 2009, offering tax benefits to automakers.
The figures cited, however, are part of a project commissioned and executed between 2014 and 2015, five years after the approval of the MP. "The amount received by the LFT Sports Marketing was recorded and declared legally," said the statement released to the press by Luis Claudio.
"The timeline destroys the main argument by making impossible the causal relationship of the facts," says the note. "It is a matter that does not hold. The facts were ignored in the preparation of matter and the simple knowledge of them would be enough to dismantle the factoid created, "said Pepper.
The deputy noted that the MP extended incentives that were created from a joint in 1999 by then-Senator Antonio Carlos Magalhães, to encourage the installation of auto plants in the North and Northeast regions.
"In 2009, the proposal was approved unanimously defended in Congress by Tasso Jereissati (PSDB-CE), José Agripino (DEM-RN) and with the rapporteur José Carlos Aleluia (DEM-BA)", he said.
The measure, according to Paulo Pimenta, was approved without amendments. "The PSDB leader of the initiative (Aloysio Nunes) reveals that all this part of a liar strategy that creates the idea of ​​an alleged irregularity", said the deputy.
"There is no logic, no sense in the journal charges. The MP was the country's interest, benefited states governed by the PSDB, as Goiás and reported by opposition parties, "countered pepper.
Luis Claudio, Lula's son, is owner of the company LFT Sports Marketing, which provides services only to the private sector. Amounts received for work performed for Marcondes & Mautoni declared in income tax.
"This information was made available to the press, which ignored to justify a spurious relationship that never existed," said Pepper. According to the parliamentarian, the matter is a "criminal factoid produced with party fund as part of a strategy for the political moment we are living."
However, just as with Lula's brother, the search in his office will come to nothing. It is even ridiculous to think they will find some evidence of horse-trading of a measure taken by Lula in 2009 under the global economic crisis that erupted at the end of last year.
Lula extended tax incentives for automakers as well as for many other sectors of the economy in 2009 in an attempt to prevent the country from falling into recession. His son Luiz Cláudio founded the LFT sports marketing company in 2011 and the contract with Mauro Marcondes company was closed in 2014.
The crazy thesis is that Lula issued a provisional measure in 2009 to benefit the child and the bribe that the benefit was paid no more and no less than FIVE YEARS. Has anyone ever seen this, bribes paid five years after the act of corruption?
Worst of all, the conduct of Estadão by refusing to report the matter to their readers. That's right, dear reader: the newspaper do not want your audience to know that the alleged "bribe" to Lula's son was only paid five years after the alleged act of the father to benefit car manufacturers.
This artillery against Lula, does not stop. Every single day there is a different charge.Nothing is proven, but the news helps to "substantiate" the antipetistas groups under shady financing of millions of dollars, mobilized people not to do anything more to life than attack the PT with demonstrations, giant puppets and expensive etc.
This Blog back to say, this kind of information you are reading should be disclosed on an international scale for the world to know the fascist conspiracy that is trying to bury Brazilian democracy and usher in an authoritarian regime in the country, with political persecution and even physical violence with the pump and beatings street attacks.