domingo, 18 de agosto de 2019

Lula: 500 dias de injustiça e dignidade

Lula: 500 dias de injustiça e dignidade: 'Já foram 500 dias de injustiça, mas também 500 dias de dignidade. Ele da’ lição de caráter para todo mundo, de coerência, de espirito de luta. Lula combina o realismo coma esperança viva não somente de que ele vai sair mas também de que o Brasil vai se recuperar A vitória da oposição na Argentina fortalece ainda mais nele essa convicção', diz o colunista Emir Sader sobre a prisão política de Lula

República de Curitiba se constrange e perde 'patriotismo' - CartaCapital

República de Curitiba se constrange e perde 'patriotismo' - CartaCapital: As bandeiras do Brasil que enfeitavam as janelas sumiram, assim como os adesivos nos carros

OS BRUTUS NÃO GOSTAM DE POBRES

Os brucutus no poder


O Globo publica hoje uma “coletânea” dos desaforos, agressões e xingamentos presidenciais. É obra alentada, mas não importa o grau da baixaria, nada mais surpreende no ex-capitão, exceto o fato de temo-lo na Presidência da República.
Grosseiro, primário, preconceituoso, simplista, incompetente, autoritário, nepotista, desumano, insensível, sabujo, seriam necessárias páginas para listar defeitos e deformações da figura presidencial. O fato é que estas “qualidades” sempre foram as dele e, portanto, seu poder não se construiu sozinho.
Discute-se muito como pode Jair Bolsonaro arrebanhar tamanho núcleo de fanáticos e , a partir dele, desfechar seu bem-sucedido assalto ao poder.
Fala-se, com razão, nas decepções com o petismo, nos anos de crise econômica, nas manipulações judiciais abjetas conduzidas contra Lula.
Sim, isso explica a existência dos “minions”, dos fanáticos incondicionais, da seita bruta e burra disposta a tudo pelo “Mito”.
Mas isto é pouco e penso que, com a sensibilidade aguda dos artistas, o chargista Renato Aroeira nos dá resposta mais completa no desenho que publica hoje e que reproduzo acima.
O fenômeno Bolsonaro, em muito, se explica quando se percebem seus companheiros de troglodismo estúpido na política, como Wison Witzel e João Doria.
Representam, cada um a seu modo – ou à sua falta de modos – os três grupos que exponenciaram sua vileza e passaram a conduzira a vida brasileira.
Bolsonaro é uma fusão do militarismo tosco, do policialismo, dos recalques e rancores de parte de uma classe média baixa, que precisa atribuir a alguém a sua incapacidade de ascensão e escolhe o inimigos os que lhe dita o ‘senso comum”: os pobres, os negros, os nordestinos, os políticos, os governantes, todos eles reunidos sob os anátemas de “bandidos”, indolentes ou corruptos. Quando não os enquadram assim, vão todos para uma categoria vaga de anticristãos: os comunistas, os gays, os drogados…
É gente que trata como heresia qualquer dissensão sobre as suas verdades absolutas e prontas, que ejetam em frases conclusivas com as quais se protegem de qualquer indagação ou tentativa de argumentação: raciocinar é o mesmo que conceder à dúvidas e dúvida um pecado a ser permanentemente exorcizado.
Doria é o retrato da pobreza cultural que se grassa entre a elite rica no Brasil. Onde o cardigã substitui a inteligência, o ganhar dinheiro preenche qualquer necessidade de saber, onde Miami tomou o lugar dos museus de Paris mas, ao contrário das oligarquias que prevaleceram nos dois primeiros terços do século passado, não há mais qualquer simpatia pela construção de uma cultura brasileira através da literatura, das ciências sociais, das artes. Basta-lhes a construção de “celebridades”.
Como estofo, basta-lhe o brilho dos salões e tudo rescende a transitoriedade: seus negócios são rápidos, engordado por “tacadas”, aplicações, investimentos que, ao contrário dos dos velhos capitães de indústria, não quardam mais relação entre dono e propriedade: são executivos, já não vivem de produzir nem mesmo como donos.
Por último, Witzel encarna o troglodismo estatal: o dos juízes, dos procuradores, o das “autoridades” que transformaram – e ainda estão transformando – o Estado brasileiro numa máquina de repressão e de repressão, onde as razões absolutas de “combate ao crime” justifica e coleta apoio às maiores brutalidades contra os pobres.
São os ferozes condutores das matilhas policiais e usam da ferocidade para esconder a ignorância, a incapacidade de serem, como deveriam, ser condutores da civilização, do progresso, da felicidade social. Uma dezena de negros mortos numa viela passa a ser mais importante, como ato de governo, que mil crianças em boas escolas, que mil pacientes bem atendidos na rede pública, que mil famílias terem uma casa digna, pois a missão essencial do estado e o sorvedouro de seus recursos é, e deve ser, a miragem da segurança pública, como se a selva pudesse ser um lugar seguro.
Os três se apresentam como candidatos a 2022, para que o Brasil continue “avançando” para a pré-história.
Na nossa capacidade de reunir humanidade e lucidez é que reside a chance de terem sido um acidente e não uma fatalidade.

Glenn Greenwald: democracia brasileira está obviamente em perigo

Glenn Greenwald: democracia brasileira está obviamente em perigo: Ao programa De Lucca Entrevista, o jornalista norte-americano, fundador do site The Intercept Brasil, disse ainda que o ex-presidente Lula não teve um julgamento justo e que não pode ser considerado culpado; para ele, Sergio Moro deixar o cargo de ministro é apenas uma questão de tempo; assista

Chefe do Coaf a Deltan, após ter passado dados sigilosos à Lava Jato: delete este assunto

Chefe do Coaf a Deltan, após ter passado dados sigilosos à Lava Jato: delete este assunto: Em novo capítulo, a Vaza Jato revela que a força-tarefa pedia dados fiscais sigilosos por meio de aplicativo de mensagens, sem autorização judicial, ao auditor fiscal Roberto Leonel, que chefiava a área de inteligência da Receita em Curitiba; questionado por seu superior, Leonel mente: 'Ele quis saber pq fiz etc e se tinha passado está inf a vcs ... Disse q NUNCA passei pois não tem origem ilícita suspeita !!! Por favor delete este assunto por enquanto.'

O patriotismo é último refúgio dos cretinos - Diário Causa Operária

O patriotismo é último refúgio dos cretinos - Diário Causa Operária: Os atos do dia 13 demonstraram de maneira significativa o avanço da palavra de ordem de Fora Bolsonaro. Faixas assinadas por sindicatos, por pequenos grupos políticos ou mesmo por manifestantes isolados, a procura por adesivos pelo Fora Bolsonaro e um outro pela Liberdade de Lula eram quase que uma unanimidade nos atos, em particular no …

sábado, 17 de agosto de 2019

A dificuldade tática dentro de casa  - Portal Vermelho

A dificuldade tática dentro de casa
  - Portal Vermelho
: No Brasil polarizado de agora, o polo bolsonarista acumula pontos negativos no sentido de crescente isolamento.

A dificuldade tática dentro de casa  - Portal Vermelho

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  - Portal Vermelho
: No Brasil polarizado de agora, o polo bolsonarista acumula pontos negativos no sentido de crescente isolamento.

Presidente do Psol alerta: Bolsonaro pode ter obstruído a justiça e pode sofrer processo de impeachment

Presidente do Psol alerta: Bolsonaro pode ter obstruído a justiça e pode sofrer processo de impeachment: O presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros, alerta para a possibilidade real de Bolsonaro sofrer um processo de impeachment. Ele diz que, se for comprovado que Bolsonaro demitiu o superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro para impedir as investigações sobre Fabrício Queiroz, trata-se de obstrução da justiça, o que se enquadra nos crimes motivadores de processo de impeachment

MP investiga enriquecimento ilícito de Salles e suspeita de favor a mineradora

MP investiga enriquecimento ilícito de Salles e suspeita de favor a mineradora: O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar suspeita de enriquecimento ilícito do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entre 2012 e 2017, período em que ele alternou a atividade de advogado com cargos no governo paulista

Livro traz mais uma pista de ‘golpe branco’ pró-Bolsonaro na eleição - CartaCapital

Livro traz mais uma pista de ‘golpe branco’ pró-Bolsonaro na eleição - CartaCapital: Temor do ministro Dias Toffoli, do Supremo, com 300 mil soldados expõe pressão militar pró-Bolsonaro e anti-PT

Bolsonaro para Huck: 'pare de arrotar arrogância'

Bolsonaro para Huck: 'pare de arrotar arrogância': Em resposta a Luciano Huck, que o taxou de 'último capítulo do caos', Bolsonaro provocou o apresentador, dizendo para ele 'parar de arrotar arrogância'. O ex-capitão disse ainda: 'se ele comprou jatinho com subsídio do BNDES, ele 'faz parte do caos'.'

Glenn: é chocante a humilhação que Moro está disposto a engolir de Bolsonaro

Glenn: é chocante a humilhação que Moro está disposto a engolir de Bolsonaro: 'Sergio Moro não é o primeiro humano desesperado por poder. Mas a quantidade de humilhação que ele está disposto a engolir de Bolsonaro é chocante de se ver. Lembre-se: procuradores do MPF e até LJ alertaram que isso ia acontecer', escreveu o jornalista

Nunca tivemos um idiota tão completo no poder

Nunca tivemos um idiota tão completo no poder: Reflexão é do colunista Leandro Fortes, do coletivo Jornalistas pela Democracia; 'Perdido nas poucas conexões neurais que ainda lhe restam, o presidente rumina as ideias como um boi que, ao invés de capim, mascasse vísceras. O resultado é um fluxo pavoroso de estupidez pastosa, radioativa', diz ele

Chile aprova gratuidade universal no ensino superior - CartaCapital

Chile aprova gratuidade universal no ensino superior - CartaCapital: Projeto era a principal promessa do governo de Michele Bachellet

Gleisi: Bolsonaro deixou claro que não gosta de pobre, ao atacar o Bolsa Família

Gleisi: Bolsonaro deixou claro que não gosta de pobre, ao atacar o Bolsa Família: “Que moral você tem pra falar do Bolsa Família, Jair Bolsonaro? Você governa para a elite e já deixou claro que não gosta de pobre porque até agora não fez nada para aplacar o sofrimento do povo é só atendeu seus parceiros”, disse a presdente do PT

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Intervenção de Bolsonaro pode provocar rebelião na PF e demissão de Moro

Intervenção de Bolsonaro pode provocar rebelião na PF e demissão de Moro: Irritados com a intervenção de Jair Bolsonaro, policiais federais mandaram avisar que não aceitarão a indicação de “cima para baixo” na superintendência do Rio; se Bolsonaro insistir em impor sua vontade, restariam duas alternativas a Sérgio Moro: a primeira é aceitar e perder o controle da PF e a outra é rejeitar a interferência e pedir demissão do cargo

Caso Queiroz foi o motivo da intervenção de Bolsonaro na PF

Caso Queiroz foi o motivo da intervenção de Bolsonaro na PF: A intervenção de Jair Bolsonaro no comando da Polícia Federal no Rio de Janeiro foram a investigação da ligação de sua família com as milícias e o chamado caso Queiroz; Bolsonaro vinha se queixando a interlocutores havia meses de que não confiava na atuação do delegado Ricardo Saadi, que não tinha ingerência direta sobre nenhuma investigação envolvendo o clã Bolsonaro, mas que agia em sintonia com quem lida com o assunto

Lula: não estou precisando de favor, mas de justiça

Lula: não estou precisando de favor, mas de justiça: 'Não estou precisando de favor, estou precisando de justiça. Só quero que as pessoas leiam os autos do processo', disse Lula em entrevista ao jornalista Bob Fernandes, da TVE Bahia

TV da Alemanha já ridiculariza Bolsonaro

TV da Alemanha já ridiculariza Bolsonaro: Em horário nobre, programa humorístico da principal rede de televisão pública da Alemanha satiriza o governo brasileiro, criticando suas políticas ambientais e agrícolas e o crescente desmatamento na Amazônia

Barroso e Fachin, que prenderam Lula, são ministros da Lava Jato - Diário Causa Operária

Barroso e Fachin, que prenderam Lula, são ministros da Lava Jato - Diário Causa Operária: Da redação – Após o famoso “Aha, uhu, o Fachin é nosso”, lançado por Deltan Dallagnol, os novos vazamentos da Lava Jato comprovam que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin e Luis Roberto Barroso são ministros da Lava Jato.  Eles que prenderam Lula e foram os mais ferrenhos contra o ex-presidente sofriam influência …

Bolsonaro aumenta devastação na Amazônia em 66%

Bolsonaro aumenta devastação na Amazônia em 66%: Desmatamento na Amazônia cresceu 66% em julho, totalizando 1.287 km², segundo o Imazon. Dados sobre o aumento do desmatamento aparecem na esteira das críticas e ataques feitos por Jair Bolsonaro contra ambientalistas e governos de países da Europa que cobram a adoção de uma política ambiental eficaz por parte do governo federal

Dallagnol fez campanha pró-Bolsonaro para indicar novo PGR - Diário Causa Operária

Dallagnol fez campanha pró-Bolsonaro para indicar novo PGR - Diário Causa Operária: Da redação – Novas conversas vazadas da Lava Jato, desta vez entre o procurador Deltan Dallagnol e Vladimir Aras, mostram que o procurador sabia da ligação entre Moro e Bolsonaro mesmo antes da “vitória” eleitoral de 2018, isto é, já tinha um plano montado. Fica claro nas conversas que a Lava Jato fez campanha pró-Bolsonaro, comprovando …

Mensagens provam influência de Deltan sobre Barroso e Fachin

Mensagens provam influência de Deltan sobre Barroso e Fachin: No novo capítulo da Vaza Jato, fica também claro que o candidato oficial da Lava Jato para a PGR, o procurador Vladimir Aras, sabia da influência exercida por Deltan Dallagnol sobre dois ministros do Supremo Tribunal Federal: Luis Roberto Barroso e Edson Fachin, dois que sempre votaram contra os direitos do ex-presidente Lula. Barroso foi relator, inclusive, do voto no TSE que tirou Lula ilegalmente das eleições de 2018

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Lula sobre Dallagnol: “conselho do MP tinha que ter tirado esse moleque”

Lula sobre Dallagnol: “conselho do MP tinha que ter tirado esse moleque”: Em entrevista ao jornalista Bob Fernandes, o ex-presidente Lula disse que o coordenador da Lava Jato já deveria ter sido afastado desde o famigerado powerpoint contra ele; “Desde o dia que ele deu uma coletiva dizendo que não tinha provas contra mim, mas apenas convicções, o Conselho Nacional do Ministério Público tinha que ter tirado esse moleque”, disse Lula

Maior produtor de soja do mundo, Blairo diz que Bolsonaro pode matar o agronegócio

Maior produtor de soja do mundo, Blairo diz que Bolsonaro pode matar o agronegócio: O ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi alerta para os riscos da política de Jair Bolsonaro para os ruralistas; 'Acho que teremos problemas sérios. Não tem essa que o mundo precisa do Brasil. Talvez precisem dos agricultores brasileiros em outros países, mas somos apenas um player e, pior: substituível. O mundo depende de nós agora, mas daqui a pouco se inverte e ficamos chupando dedo', disse

Servidora do Planalto viu retransmissão de fake news pró-Bolsonaro durante a campanha

Servidora do Planalto viu retransmissão de fake news pró-Bolsonaro durante a campanha: Em depoimento ao TSE, a assessora do Planalto Rebecca Félix da Silva Ribeiro Alves, que trabalhou em uma agência de comunicação durante a campanha de Bolsonaro, presenciou o encaminhamento de notícias falsas a favor do candidato da casa de um empresário no Rio; Paulo Marinho contou que, em sua casa, eram retransmitidas informações falsas produzidas por voluntários, durante as eleições

Lula indica que Gleisi deve se manter na presidêncida do PT - Diário Causa Operária

Lula indica que Gleisi deve se manter na presidêncida do PT - Diário Causa Operária: O golpe provocou uma disputa no seio do Partido dos Trabalhadores (PT), uma divisão definida por duas políticas: uma de adaptação ao regime golpista que se estabeleceu com a derrubada da presidenta Dilma Rousseff e que permitiu a prisão política da maior liderança política da esquerda, o ex Presidente Luiz Inácio Lula da Silva; outra …

Mais de 5 milhões de brasileiros estão desempregados há mais de um ano - Diário Causa Operária

Mais de 5 milhões de brasileiros estão desempregados há mais de um ano - Diário Causa Operária

MP determina que PF colha depoimento de Flávio Bolsonaro por suspeita de crime eleitoral

MP determina que PF colha depoimento de Flávio Bolsonaro por suspeita de crime eleitoral: O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho de Jair Bolsonaro, terá que dar explicações num inquérito na Justiça Eleitoral do Rio que apura indícios de falsificação na declaração de bens do parlamentar