A volta ao normal mostra a derrota do bolsonarismo: "Na normalidade democrática, não há lugar para o neofascismo, para o golpismo, para o obscurantismo e o negacionismo mais rudimentares. As trevas estão passando e não terão vez em 2022", avalia a jornalista Tereza Cruvinel sobre o quadro que surgiu das eleições municipais
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