Em 2015, nada menos que 175 mil detentos sepultaram parentes
Dados são dos arquivos eletrônicos do Departamento Penitenciário Nacional armazenam informações sobre o cumprimento da lei, destacados pelo jornalista Josias de Souza; esses detentos "deixaram suas celas para sepultar parentes. Ou seja: sonegou-e a Lula um direito, não um privilégio", escreve ele
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