sábado, 31 de dezembro de 2022

Bolsonaro fez Lula deixar saudade - Eduardo Guimarães

Bolsonaro fez Lula deixar saudade - Eduardo Guimarães: Eduardo Guimarães diz que o desastre bolsonarista fez com que a 'mídia golpista' e os EUA aderissem a Lula: 'com apoio, Lula poderá fazer um mandato histórico'

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Mourão detona Bolsonaro - Alex Solnik: Hamilton Mourão descolou-se de Bolsonaro afirmando que a alternância de poder é saudável, diz Alex Solnik

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Lula recebe delegações russa e ucraniana e promete lutar pela paz: “Expressei o desejo do Brasil pela paz e que as partes encontrem um ponto comum para o fim do conflito”, afirmou Lula no Twitter

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Nicolás Maduro irá à posse de Lula em Brasília: Fontes ligadas à diplomacia venezuelana confirmaram informação ao Brasil de Fato; presidente deve chegar no domingo

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“Mau perdedor”: imprensa internacional comenta fuga de Bolsonaro antes da posse de Lula: Jornais e revistas pelo mundo comentaram o episódio neste fim de semana, frisando que o chefe de Estado queria evitar o momento de passar o poder para o novo líder

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Bolsonaro foge e enterra bolsonaristas

Bolsonaro foge e enterra bolsonaristas: Com a fuga de Bolsonaro, o mutirão fascista chega ao fim. A toada golpista talhou e a covard

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Freixo deixa o PSB e vai presidir a Embratur: Movimento foi interpretado como uma tentativa de descaracterizar a nomeação como supostamente em atendimento à cota do PSB

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Joenia Wapichana será a primeira presidenta indígena da Funai: Órgão precisará ser reconstruído após destruição bolsonarista e pode ficar sob o Ministério dos Povos Indígenas

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Wellington Dias anuncia nova equipe do Ministério do Desenvolvimento Social: “Temos um compromisso com o povo brasileiro de fazer nosso país mais desenvolvido e igualitário. Nossa missão é garantir melhores condições de vida para a população'

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Após Bolsonaro fugir do Brasil, Lula publica clipe de "Tá na hora do Jair já ir embora": Hit de Juliano Maderada que marcou a campanha do líder petista nas eleições deste ano recomenda a Bolsonaro: 'arruma as suas malas, dá no pé e vá-se embora'

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'Presidente Lula tem clareza do papel estratégico da comunicação', diz Paulo Pimenta, futuro chefe da Secom: Declaração vem na esteira de críticas a Lula por ceder o Ministério das Comunicações ao União Brasil, em um processo de barganha política em troca de apoio no Congresso

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Acampamento no QG do Exército está 'em fase terminal', diz Dino: O futuro ministro do governo Lula disse ainda que o cumprimento dos mandados de prisão servem como aviso de que crimes cometidos por bolsonaristas

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Rui Falcão denuncia fuga de Bolsonaro e aciona Justiça para impedir viagem aos EUA: O deputado petista cobra a adoção de medidas preventivas e cautelares, e denuncia “abuso de poder e desvio de finalidade na utilização indevida da aeronave pública”

Entrega da faixa presidencial pode ser feita por Rodrigo Pacheco

Entrega da faixa presidencial pode ser feita por Rodrigo Pacheco: Diante da negativa de Bolsonaro e Mourão, aliados de Lula cogitam recorrer a decreto de 1910 para organizar ritual, informa a jornalista Malu Gaspar

Bolsonaristas começam a deixar acampamento em QG do Exército em Brasília

Bolsonaristas começam a deixar acampamento em QG do Exército em Brasília: Os apoiadores de Jair Bolsonaro estão acampados há quase dois meses perto de um quartel no Distrito Federal. A equipe do próximo governo não descarta a desocupação compulsória

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Terrorista bolsonarista morreu pela boca - Marcelo Auler: Foram moradores de um condomínio no bairro Sudoeste que alertaram a polícia de conversa de vizinhos para colocação de explosivos na cidade, revela Marcelo Auler

Uma transição do jeito que o diabo gosta - Paulo Moreira Leite

Uma transição do jeito que o diabo gosta - Paulo Moreira Leite: 'Derrotada nas urnas, sem apoio nacional e muito menos internacional, a extrema direita não tem fôlego para virar o jogo político', diz o jornalista

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Ernesto Araújo sinaliza apoio a terroristas e diz que o Brasil precisa "mergulhar no caos": De acordo com o ex-chanceler, existe a tentação entre 'a desordem e uma ordem estabelecida pelos bandidos, de repente é melhor a ordem dos bandidos'

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Governo Lula pode passar controle dos CACs do Exército para a Polícia Federal: Projeto desenhado sob a liderança do advogado Marco Aurélio de Carvalho já foi apresentado a Lula e Flávio Dino: 'o Exército falhou na fiscalização dos CACs'

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Clã Bolsonaro foge porque está morrendo de medo de ser preso, diz Helena Chagas: 'Eles sabem que uma investigação séria vai descobrir a digital da família Bolsonaro nesses atos de vandalismo e de terrorismo, nesses atos golpistas”, afirmou a jornalista

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Dino: Lula espera fim "pactuado" de atos golpistas, mas não descarta retirada de bolsonaristas à força: Futuro ministro da Justiça disse que a possibilidade de uma 'retirada compulsória' não está descartada caso não haja uma solução de 'modo pactuado, mediante conciliação'

A urgência do Revogaço antifascista

A urgência do Revogaço antifascista Das privatizações selvagens às escolas militarizadas. Do libera-geral de armas ao estrangulamento da ciência. Quais são os 200 decretos que Lula pode revogar. O que eles revelam sobre o método de destruição do fascismo à brasileira OUTRASPALAVRAS ESTADO EM DISPUTA Por Antonio Martins Publicado 01/12/2022 às 20:32 Atualizado 23/12/2022 às 18:15 Josué Medeiros em entrevista a Antonio Martins MAIS: A entrevista com Josué Medeiros, acima, e o texto a seguir baseiam-se no Relatório Revogaço Para baixá-lo na íntegra, clique aqui Um neologismo insinuou-se, nas últimas semanas, no vocabulário político brasileiro: revogaço. Ele é pronunciado muitas vezes nas redes de ativismo que formulam pautas para o governo Lula, em áreas tão diversas como Ambiente, Saúde, Trabalho, Educação, Segurança Pública, Feminismo, dissidências de gênero, Ciência e Tecnologia, Assistência Social. Ele está na pauta das equipes de transição que trabalham no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, e se surpreendem a cada dia com o volume de “entulho fascista” que será preciso remover. Ele inclui medidas saneadoras essenciais, como a anulação dos sigilos decretados por Bolsonaro para acobertar corrupção, o fim das privatizações selvagens, a remontagem da fiscalização contra o desmatamento e o garimpo ilegal, o desbaratamento do sistema estatal de produção de fake news. Este termo – revogaço – expressa a esperança de começar a reconstruir o país em novas bases.A urgência do Revogaço antifascista O cientista político Josué Medeiros, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde dirige o Núcleo de Estudos sobre a Democracia Brasileira (Nudeb), é um dos responsáveis pela aparição do neologismo. Ele coordenou, nos últimos dois anos, uma equipe de mais de vinte pesquisadores que escrutinou cerca de 20 mil atos do governo Bolsonaro. A certa altura do trabalho, o grupo se debruçou, em especial, sobre as chamadas “medidas infralegais”. São decretos, portarias e instruções normativas que foram adotadas por atos do Poder Executivo mas que, muitas vezes, produzem efeitos de enorme relevância, chegando a definir estratégias de Estado. Sua força é também sua fraqueza; do ponto de vista institucional, estas medidas podem ser anulados por decisões unilaterais do novo presidente. Numa etapa seguinte, os atos infralegais foram examinados por 20 especialistas em áreas temáticas. Foi então que surgiram cerca de duzentas prioridades do revogaço. Não se trata, é claro, de uma lista fechada. A ideia de revogar atos do governo Bolsonaro é anterior ao trabalho da equipe coordenada por Josué. E o relatório final – produzido com apoio das fundações Lauro Campos e Marielle Franco (do PSOL) e Rosa Luxemburgo – está inspirando movimentos sociais e pesquisadores a identificarem outras medidas que precisam ser anuladas para que o Brasil comece a virar a página de seu pesadelo. Em entrevista a Outras Palavras, o professor da UFRJ debateu um dos pontos mais instigantes da pesquisa: o que ela revela sobre a natureza do fascismo contemporâneo e, em especial, sua aplicação no Brasil. A investigação é importante porque ajuda a jogar luz sobre aspectos que ainda carecem de entendimento mais profundo. Por exemplo: a estranha condição de um fascismo que devasta o Estado ao invés de fortalecê-lo; as relações entre ultradireita e neoliberalismo; o papel dos militares no projeto bolsonarista; ou o porquê da centralidade da chamada “pauta de costumes”. * * * “Não devemos acreditar em nossos memes, que veem no bolsonarismo um projeto precário, aplicado aos tropeções”, adverte Josué. A análise de milhares de documentos demonstrou, ao contrário, a existência de método e coerência na ação da ultradireita brasileira. Porém – e aqui sobressai uma diferença notável em relação ao fascismo clássico – não se tratou, aos menos nos quatro anos de Bolsonaro, de construir um novo Estado. O empenho central foi o de destruir as instituições estatais que tivessem relação com a democracia, a distribuição de riquezas, a independência econômica e o desenvolvimento do país, a garantia de direitos sociais, o funcionamento da máquina pública e mesmo as boas relações entre os entes da Federação. Mussolini viu no Estado, na indústria e na guerra instrumentos para que a Itália revivesse as glórias de Roma. O getulismo, mesmo em seu período ditatorial, modernizou o serviço público, ampliou os direitos trabalhistas e lançou as bases de um sistema de hospitais do Estado. O bolsonarismo agiu em sentido contrário. Foi uma ação consciente e articulada com a extrema direita global, frisa Josué. O relatório do Revogaço lembra que ainda em março 2019, pouco depois de eleito, Bolsonaro falou em desconstrução ao discursar em Washington, num jantar com expoentes do ultraconservadorismo norte-americano. “O Brasil não é um terreno aberto onde nós pretendemos construir coisas para o nosso povo. Nós temos é que desconstruir muita coisa. Desfazer muita coisa. Para depois nós começarmos a fazer”. Em setembro desse mesmo ano, o ministro da Economia, Paulo Guedes, falaria em “privatizar todas as estatais em bloco” e proporia a extinção sumária de 260 fundos públicos por meio dos quais o Estado financia políticas setoriais específicas. E em abril de 2020, em reunião ministerial, Ricardo Sales proporia “ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”. Ao identificar um “período de destruição política, social e cultural sem precedentes na história do país”, o relatório Revogaço identifica quatro ações paralelas de devastação: orçamentária, do público, ideológica e institucional. Descreve cada uma delas e propõe como revertê-las por meio de atos revogatórios. Vale examiná-las brevemente. Boletim Outras Palavras Receba por email, diariamente, todas as publicações do site Email Assinar O Método Bolsonaro de Destruição Orçamentária consistiu, segundo o texto, numa “profunda e constante operação de corte orçamentário para asfixiar materialmente as estruturas do Estado cuja função é garantir e promover os direitos”. O movimento começa, evidentemente, antes de 2018. Desde o governo Collor de Mello prevaleceu uma ideia de “disciplina fiscal” que sufocou os serviços públicos. Para Josué, no entanto, houve uma mudança de qualidade sob a ultradireita. Já não se alegava, sequer de forma hipócrita, que os recursos cortados seriam repostos assim que “surgissem” recursos; e não se falava em recuperação futura. A redução tornou-se ideologia. Alguns exemplos são eloquentes. O bolsonarismo foi muito além do teto de gastos estabelecido pela Emenda Constitucional 95. Entre 2016 e 2021, os recursos federais para Ciência e Tecnologia foram reduzidos em 58%; os destinados à Assistência Social, em 54%; os orientados à Educação, em 44%. A garantia dos recursos públicos necessários para iniciar a reconstrução nacional será uma disputa política complexa, árdua e de longa duração. Mas o relatório Revogaço propõe algumas medidas que, por seu valor simbólico, podem marcar vitórias importantes, expor o absurdo da destruição orçamentária e iniciar um movimento de contraofensiva. A primeira é anular os cortes de 95% das verbas para construção de moradias populares; 97,5% para creches; e de 100% para monitoramento de queimadas nas florestas. Um país digno não pode suportar tais estrangulamentos. Revogá-los será simbólico e pedagógico, na luta contra a “disciplina fiscal” imposta pelos mercados. Assim como anular os dois decretos (10.540/2020, 10.888/2021) e a portaria (8893/2020) do Poder Executivo sem os quais não se sustenta o “orçamento secreto”. Se os cortes no orçamento inviabilizam aos poucos as políticas públicas do Estado, ao paralisar órgãos indispensáveis para executá-las, muito mais profundas são as consequências do Método Bolsonaro de Destruição do Público, o segundo eixo do trabalho de devastação promovido pela ultradireita. Trata-se, basicamente, da privatização – não apenas de empresas, mas de partes do território brasileiro. Aqui, como no ponto anterior, a ultradireita não inovou; mas radicalizou ao extremo as políticas adotadas pelos neoliberais “que usam talheres”. Pela primeira vez, tanto o presidente quanto o ministro da Economia falaram em vender a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. O governo conseguiu privatizar a Eletrobrás, que além de maior geradora de energia do país controla, com suas represas, a maior parte das bacias hidrográficas (e das águas do país). Um Plano Nacional de Desestatização (PND) encaminhou a privatização das empresas que detêm os dados de quase toda a população brasileira – Correios, Serpro e Dataprev, além da EBC, única empresa pública de Comunicações. E foram colocadas à venda, em caráter definitivo, 23 Unidades de Conservação, dentre as quais quatro Florestas Nacionais. Por fim, num programa piloto para privatizar também os serviços públicos, o governo lançou, para grande entusiasmo do ministro da Fazenda, os vouchers para creches. A intenção explícita de Guedes era estender a iniciativa para todo o sistema escolar. Se a lógica prevalecesse, o Estado brasileiro se desobrigaria pouco a pouco de manter redes coerentes de serviços públicos e de executar políticas em áreas tão decisivas como Educação, Saúde e Assistência Social. Tudo passaria às mãos de empresas voltadas essencialmente para o lucro – e sustentadas com recursos públicos… O Revogaço propõe o fim do PND e dos vouchers-creche e a anulação da venda das Unidades de Conservação. Também sugere reverter a privatização da Eletrobrás, embora este ato, determinado por lei, exija uma luta política mais árdua que a simples canetada do presidente da República. Para que fique realmente completo, o rol de medidas para reverter a Destruição do Público deveria incluir a desprivatização das subsidiárias da Petrobrás (em especial a BR Distribuidora) e a reversão, por esta estatal, tanto da política de preços PPI quanto da decisão estratégica de transferir de reduzir seus investimentos ao mínimo e transferir o grosso de seus lucros para acionistas estrangeiros – em geral megafundos especulativos. Um capítulo especial do relatório Revogaço é destinado ao Método Bolsonaro de Destruição Ideológica. Aqui estão incluídas políticas como o “familismo”, que reconhece apenas uma modalidade – a mais tradicional – de relação familiar; o armamento em massa da população civil; a criação das Escolas Cívico-Militares; a destruição das políticas de memória e verdade; as tentativas de reduzir a autonomia ou submeter as mulheres a um controle, a população negra, os povos indígenas, os quilombolas, os dissidentes sexuais e de gênero; o ataque às ações protetivas de setores que representam a diversidade da sociedade brasileira. O relatório Revogaço faz um alerta político. É um erro grave pensar que se trata de “cortinas de fumaça”, lançadas para desviar a atenção da opinião pública do que é “realmente importante”. Não: estas políticas são centrais à estratégia do fascismo contemporâneo – e têm centralidade ainda maior no Brasil. Esta corrente política compreendeu que não será capaz de tornar seu projeto vitorioso se não travar uma “guerra cultural” contra valores muito presentes na sociedade brasileira. Ela precisa marginalizar ideias como a democracia, a solidariedade, a diversidade, a colaboração, a repartição de riquezas, a busca de novas relações entre o ser humano e a natureza. E se esforça, ao mesmo tempo, para tornar hegemônicas construções éticas hoje predominantes apenas entre setores minoritários da população: o supremacismo de certos grupos sociais, a prevalência da lei do mais forte, a militarização das relações sociais, a visão de um país “uniforme”. A relevância da “guerra cultural” para o bolsonarismo resultou num conjunto vastíssimo de medidas infralegais que precisa ser revogado. Entre muitos outros, o relatório fala no decreto 10.112/2019, que corroeu as medidas de combate à violência contra as mulheres; no programa “Mães do Brasil”, contrário à diversidade; na portaria 2282/2000, que dificulta o acesso das mulheres ao aborto legal, mesmo nos poucos casos em que este é previsto; em todos os atos que ampliam e facilitam o acesso às armas; nos decretos 9761/2019 e 9926/2019, que esvaziam o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas para favorecer as políticas de abstinência absoluta e as “comunidades terapêuticas”; nas decisões que deformaram as emissoras públicas de TV, convertendo-as ou em meras difusoras de atos oficiais ou – muito pior – em fonte de “legitimação” das fake news. O Revogaço propõe, em seu quarto eixo, medidas para reverter o Método Bolsonaro de Destruição Institucional. Estão enfeixados aqui, em primeiro lugar, os ataques aos raros mecanismos de participação popular na vida institucional brasileira. Num único ato, o decreto 9759/2019, o Executivo extinguiu de uma só vez 650 conselhos de participação social (mais tarde a decisão foi em parte revogada pelo STF, mas tornou-se efetiva em 75% dos casos). Mas o bolsonarismo atentou também contra outras normas que estabeleciam relações razoavelmente democráticas entre os entes federativos, buscando a concentração máxima de poder. Em sistemas que organizam direitos sociais, mas dependem da colaboração da União com estados e municípios (o SUS e o CRAS, por exemplo), o governo federal ausentou-se, descumpriu obrigações e tornou extremamente difícil o acesso de prefeituras e governos estaduais aos órgãos federais que deveriam atendê-los. A destruição institucional estendeu-se a atos que tornaram difícil ou impossível o acesso à Lei de Acesso à Informação. A obsessão por sigilo dos atos governamentais chegou ao grotesco, quando um comunicado do general Augusto Heleno sustou a divulgação do nome dos visitantes aos palácios da Alvorada e do Jaburu. Para ocupar os postos de comando do Estado brasileiro e impor com mais facilidade seus objetivos de desmonte, o Executivo adotou uma política ostensiva de militarização do Estado, com ampliação das facilidades para que militares ocupem cargos civis e a criação de postos de natureza militar em mais de 15 órgãos públicos, inclusive o STF e a Advocacia Geral da União. Para cada ponto desta ampla gama de ataques, o relatório tem propostas claras de revogação. *** Há chance real de alcançar o Revogaço? Até que ponto? Josué Medeiros tem alguma razão para otimismo. A proposta foi, em sua totalidade, encampada pelo PSOL. Ao conhecê-la, a deputada Gleisi Hoffmann, presidente do PT, comprometeu-se a apresentá-la a todas as equipes do Grupo de Transição para o governo Lula. Isso efetivamente foi feito. A decisão do presidente eleito é, até o momento, desconhecida. É provável que não tenha sido tomada. Num governo de frente, pesarão sempre as correlações de força. O papel da sociedade civil será decisivo. No cenário pós-eleitoral, têm despontado iniciativas de mobilização importantes. Nos últimos dias, inúmeras redes de movimentos manifestaram suas reivindicações de mudança – e a maior parte delas inclui iniciativas de remoção do “entulho fascista”. Em compensação, manter ao menos parte deste escombros interessa a setores poderosos encastelados no Congresso, no Judiciário e na mídia. A luta pode ser prolongada. É um trunfo poderoso poder contar, em favor da reconstrução nacional, com o apoio de coletivos de pesquisadores como o que construiu o relatório Revogaço. Gostou do texto? Contribua para manter e ampliar nosso jornalismo de profundidade: OUTROSQUINHENTOS TAGS BOLSONARISMO, CAPA, ESCOLAS MILITARIZADAS, FASCISMO BRASILEIRO, METÓDO DE DESTRUIÇÃO DE BOLSONARO, PÂNICO MORAL, PARQUES NACIONAIS, PRIVATIZAÇÕES, RETRO_22, RETRO22, RETRO22_07, REVOGAÇO ANTONIO MARTINS Antonio Martins é editor de Outras Palavras. LEIA TAMBÉM: OUTRASPALAVRAS MÚCIO MONTEIRO E A TRAIÇOEIRA TENTAÇÃO CONCILIADORA Por GILBERTO MARINGONI OUTRASMÍDIAS COMO OS MILITARES ATRAVANCAM A COMISSÃO DE TRANSIÇÃO Por CARTACAPITAL OUTRASMÍDIAS COMO DESBOLSONARIZAR O ITAMARATY Por JACOBIN BRASIL OUTRASMÍDIAS GILBERTO CARVALHO: “PARA NÃO REPETIR 2013 E 2016” Por APÚBLICA OUTRASPALAVRAS DEMOCRACIA PARTICIPATIVA: UM NOVO PARADIGMA Por SONIA FLEURY OUTRASMÍDIAS CHILE: AS REGRAS DO NOVO PROCESSO CONSTITUINTE Por BRASIL DE FATO 3 comentários para "A urgência do Revogaço antifascista" Pingback: A urgência do Revogaço antifascista – Trópico em Movimento Pingback: CLIPPING NOTÍCIAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS – 28/11/2022 A 02/12/2022 | Observatório de Políticas Públicas Joma Bastos disse: 5 de dezembro de 2022 às 08:05 Demasiados não querem viver em uma realidade em que a equidade tem que prevalecer e os políticos não podem ser de esquerda, de centro ou de direita, mas sim construir uma política sem côr para proteger e fazer desenvolver seu Povo, realizando acima de tudo um forte investimento público com equidade(saúde para todos com a construção de novos hospitais públicos; educação para todos, reconstruindo ou construindo novas escolas e universidades, acompanhado de salários dignos para os professores; habitação para todos; um bom salário mínimo; segurança para todos combatendo o flagelo da violência; proteção social para todos; construir uma excelente infraestrutura logística e de transporte público; criar um muito bom saneamento básico; etc) em favor do bem-estar para população e desenvolvimento social e econômico da Nação. A corrupção e a violência são flagelos que têm que ser combatidos de raiz. Dinheiro o Brasil tem e muito, mas há que saber usá-lo corretamente. Assim seja! RESPONDER DEIXE UM COMENTÁRIO O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com * COMENTÁRIO * NOME * E-MAIL * SITE SALVAR MEUS DADOS NESTE NAVEGADOR PARA A PRÓXIMA VEZ QUE EU COMENTAR. OUTRASPALAVRAS JORNALISMO DE PROFUNDIDADE E PÓS-CAPITALISMO PRINCIPAIS CATEGORIAS VÍDEOS PODCASTS PÓS-CAPITALISMO TRABALHO E PRECARIADO MOVIMENTOS E REBELDIAS CIDADES EM TRANSE DESCOLONIZAÇÕES FEMINISMOS TECNOLOGIA EM DISPUTA POÉTICAS CRISE BRASILEIRA MERCADO X DEMOCRACIA INSTITUCIONAL SOBRE CONTATO EQUIPE TRADUTORES AJUDE A SUSTENTAR SOBRE OUTRA SAÚDE LIVRARIA OP REDAÇÃO Rua Araújo, 124 - República - São Paulo/SP REDE PARCEIRA O JOIO E O TRIGO DE OLHO NOS RURALISTAS NOSSOS CANAIS OUTRASPALAVRAS OUTRASMÍDIAS BLOGDAREDAÇÃO OUTRASAÚDE OUTROSQUINHENTOS OUTROS BLOGS ANTONIO MARTINS GAVIN ADAMS TERR EM TRANSE

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

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domingo, 25 de dezembro de 2022

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sábado, 24 de dezembro de 2022

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

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terça-feira, 20 de dezembro de 2022

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

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Gleisi: queremos a PEC, mas decisão de Gilmar não deixará o pobre na mão: Presidente do PT avalia que a PEC “é importante porque traz outras soluções e privilegia a política, o parlamento, para a saída de problemas”

domingo, 18 de dezembro de 2022

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Sobre a extinção da Comissão dos Mortos e Desaparecidos - Hildegard Angel: Enquanto vivos estivermos todos nós, os que lembram, os que temos coisas ainda a revelar, a História permanecerá viva e permanentemente recordada e relatada

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Carta aberta a Margareth Menezes, Ministra da Cultura do governo democrático - Marcia Tiburi: 'O Ministério da Cultura renasce da destruição imposta pelo ódio fascista à cultura, às artes e ao conhecimento em geral', escreve a colunista Marcia Tiburi

A extrema direita ainda respira - Roberto Amaral

A extrema direita ainda respira - Roberto Amaral: 'A emergência dessa extrema-direita, sua resiliência mesmo após a derrota eleitoral é um fenômeno grave que não pode ser negligenciado', escreve Roberto Amaral

Mantendo tradição presidencial, Lula pode morar na Granja do Torto antes da posse, diz Rui Costa

Mantendo tradição presidencial, Lula pode morar na Granja do Torto antes da posse, diz Rui Costa: O próprio presidente diplomado já ocupou a residência a convite de Fernando Henrique Cardoso, em 2002, após ser eleito. Bolsonaro também morou no local em 2018, convidado por Temer

Com ajuda do STF, Lula não precisa dar o que Lira pede - Helena Chagas

Com ajuda do STF, Lula não precisa dar o que Lira pede - Helena Chagas: 'As apostas hoje são de que, inevitavelmente menor, Lira poderá ter uma pasta mais modesta e a manutenção do apoio à sua reeleição. E olhe lá', diz a jornalista

quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Haddad anuncia Gabriel Galípolo e Bernard Appy como primeiros nomes do Ministério da Fazenda

Haddad anuncia Gabriel Galípolo e Bernard Appy como primeiros nomes do Ministério da Fazenda: 'Pessoas tecnicamente qualificadas para esta posição', disse o futuro ministro. Fernando Haddad disse que o Brasil precisa democratizar o crédito, ter menos inflação e mais emprego

Cúpula do Judiciário vê leniência da segurança pública do DF após terrorismo bolsonarista em Brasília

Cúpula do Judiciário vê leniência da segurança pública do DF após terrorismo bolsonarista em Brasília: Segundo a Reuters, ataques terroristas de bolsonaristas se soma a outros em que houve omissões na área da segurança pública local que causaram preocupações nos ministros do Supremo

Sem prisão urgente de terroristas bolsonaristas ‘situação vai se agravar’, diz Kakay

Sem prisão urgente de terroristas bolsonaristas ‘situação vai se agravar’, diz Kakay: “O problema é que o aparato estatal está nas mãos ainda dos fascistas, nas mãos da presidência da República”, disse o advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro

Margareth Menezes aceita convite de Lula e vai assumir o Ministério da Cultura

Margareth Menezes aceita convite de Lula e vai assumir o Ministério da Cultura: 'Recebo isso como uma missão', declarou a cantora. 'Agora é juntar todo mundo, ouvir, levantar o Ministério e trazer a Cultura para o lugar que ela merece'

Primeira ordem de Lula às Forças Armadas será para desfazer atos golpistas em frente aos quartéis

Primeira ordem de Lula às Forças Armadas será para desfazer atos golpistas em frente aos quartéis: Para Lula, as concentrações são um 'desrespeito' às Forças Armadas. Aliado do presidente diplomado afirma que o maior problema é a participação de militares da reserva nos atos

Gleisi: "baderna em Brasília teve cara de esquema profissional e Bolsonaro é cúmplice"

Gleisi: "baderna em Brasília teve cara de esquema profissional e Bolsonaro é cúmplice": “Bolsonaro é cúmplice. Como pode o presidente da República abrigar envolvidos?”, questiona a presidente do PT a respeito do ataque terrorista bolsonarista em Brasília

Qual é o tamanho de Bolsonaro - Moisés Mendes

Qual é o tamanho de Bolsonaro - Moisés Mendes: 'Bolsonaro sem imunidade será tão valente quanto o que disse na sexta-feira, que ainda é o comandante supremo das Forças Armadas?', pergunta Moisés Mendes

Diplomação de Lula é choque de realidade - Eduardo Guimarães

Diplomação de Lula é choque de realidade - Eduardo Guimarães: 'Nesta segunda-feira, a diplomação de Lula enfrenta o 'canto do cisne' do golpismo bolsonarista', diz Eduardo Guimarães

domingo, 11 de dezembro de 2022

Bolsonaro raspando o tacho

Bolsonaro raspando o tacho: Bolsonaro se dedica, entre choros e queixas, a cometer desmandos onde ainda é possível. Final d

"Clubes de tiro têm que ser regulados", diz futuro ministro da Justiça

"Clubes de tiro têm que ser regulados", diz futuro ministro da Justiça: 'É preciso que haja regulação. Um clube de tiro tem que ter fiscalização, porque é uma atividade de altíssimo risco', disse Flávio Dino

Cotado para assumir o BNDES, Mercadante é o nome ideal para liderar o processo de reindustrialização do País

Cotado para assumir o BNDES, Mercadante é o nome ideal para liderar o processo de reindustrialização do País: Economista desenvolvimentista, Aloizio Mercadante poderá articular uma nova política industrial, a retomada dos investimentos em infraestrutura e a transição energética do País

Bota o retrato do velho outra vez e deixa o velho trabalhar - Hildegard Angel

Bota o retrato do velho outra vez e deixa o velho trabalhar - Hildegard Angel: Como Getúlio, Lula tem competência, experiência, o saber e o talento para, nesses 4 anos, que poderão ser 8, fazer o Brasil grande de novo, sem entreguistas

Ações que investigam candidatas laranjas podem levar à cassação de 11 deputados do PL e um do PRTB

Ações que investigam candidatas laranjas podem levar à cassação de 11 deputados do PL e um do PRTB: Partidos entraram com ação na justiça eleitoral contra o uso de candidaturas fictícas femininas com o único objetivo de cumprir a exigência legal da cota para mulheres

Diplomação de Lula e Alckmin no TSE é um marco histórico, afirmam parlamentares do PT

Diplomação de Lula e Alckmin no TSE é um marco histórico, afirmam parlamentares do PT: Em cerimônia nesta segunda-feira (12), Lula e Alckmin receberão das mãos do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, os diplomas eleitorais para tomar posse no dia 1º de janeiro

sábado, 10 de dezembro de 2022

Lula mexe as primeiras peças do xadrez - Miguel do Rosário

Lula mexe as primeiras peças do xadrez - Miguel do Rosário: 'Depois do presidente, o ex-prefeito de São Paulo será o nome mais forte do governo', escreve o jornalista Miguel do Rosário

O estranho alvoroço em torno dos cargos civis ocupados por militares - Jeferson Miola

O estranho alvoroço em torno dos cargos civis ocupados por militares - Jeferson Miola: 'O poder civil não pode se sujeitar às barganhas, pressões, chantagens, ameaças e tutelas das cúpulas partidarizadas das Forças Armadas', escreve Jeferson Miola

Aplausos ao nome de José Múcio fazem reverberar um passado incômodo - Denise Assis

Aplausos ao nome de José Múcio fazem reverberar um passado incômodo - Denise Assis: 'Ao escolher para a pasta da Defesa o ministro José Múcio, a sinalização é a de que Lula não fará marola', escreve a colunista Denise Assis

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Merkel admitiu engano sobre acordo de paz de Minsk, diz Rússia

Merkel admitiu engano sobre acordo de paz de Minsk, diz Rússia: A ex-chanceler alemã revelou que os acordos foram feitos para 'dar tempo' para a Ucrânia fortalecer suas forças armadas

Mudança de governo antecipa disputa por sucessão de Aras na PGR

Mudança de governo antecipa disputa por sucessão de Aras na PGR: Advogado Eugênio Aragão, integrante da equipe de transição de governo, diz que o assunto só deverá ser discutido no segundo semestre do próximo ano

Dina Boluarte, nova presidente do Peru, deve vir à posse de Lula

Dina Boluarte, nova presidente do Peru, deve vir à posse de Lula: Governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva quer ajudar a recuperar a estabilidade política no Peru de maneira a ajudar na reconstrução da integração regional

quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

TSE aprova contas da campanha de Lula por unanimidade e confirma diplomação em 12 de dezembro

TSE aprova contas da campanha de Lula por unanimidade e confirma diplomação em 12 de dezembro: O relator do processo, ministro Ricardo Lewandowksi, destacou em seu voto a 'inexistência de impropriedades e irregularidades que maculem a higidez da prestação de contas'

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Bolsonarista, Torres deve voltar à Segurança do DF; STF e transição de Lula se preocupam

Bolsonarista, Torres deve voltar à Segurança do DF; STF e transição de Lula se preocupam: Transição teme a atuação de Torres no dia da posse de Lula. Já o STF se preocupa com a proteção que será dada aos prédios públicos em Brasília

Governo Bolsonaro deverá usar R$ 23 bi da PEC da Transição, diz Reginaldo Lopes

Governo Bolsonaro deverá usar R$ 23 bi da PEC da Transição, diz Reginaldo Lopes: Valor corresponde a 6,5% do valor das receitas extraordinárias da PEC da Transição e deverá ser utilizado para fechar as contas da atual gestão

Lula assume e os golpistas terão que levantar acampamento - Moisés Mendes

Lula assume e os golpistas terão que levantar acampamento - Moisés Mendes: 'O golpismo terá de desmontar a barraca, por conta própria ou por ação coercitiva do Estado. Agora, chega', escreve o colunista Moisés Mendes

Governo Bolsonaro deverá usar R$ 23 bi da PEC da Transição, diz Reginaldo Lopes

Governo Bolsonaro deverá usar R$ 23 bi da PEC da Transição, diz Reginaldo Lopes: Valor corresponde a 6,5% do valor das receitas extraordinárias da PEC da Transição e deverá ser utilizado para fechar as contas da atual gestão

domingo, 4 de dezembro de 2022

Bolsonaro e a irritação por Mourão ser senador

Bolsonaro e a irritação por Mourão ser senador: Jair Bolsonaro já demonstrou, a mais de um interlocutor, irritação com um fato sobre Hamilton Mou

sábado, 3 de dezembro de 2022

Os 20% em aberto e os 80% definidos no ministério de Lula - Tereza Cruvinel

Os 20% em aberto e os 80% definidos no ministério de Lula - Tereza Cruvinel: 'Lula deverá ter mais ou menos 30 ministros, e isso significa que já tem mais de 20 ministros na cabeça', escreve Tereza Cruvinel